A carteira de pedidos consolidada atingiu R$ 895,3 milhões ao final do trimestre, o que representa um crescimento de 18% frente ao 3T24. Segundo a companhia, o desempenho reforça a confiança na evolução dos resultados nos próximos trimestres.
A receita operacional líquida consolidada da Romi cresceu 32% em comparação ao terceiro trimestre do ano anterior. O EBITDA ajustado consolidado totalizou R$ 38 milhões, com margem de 10,9%.
No campo da governança, o Conselho de Administração aprovou, em 16 de setembro de 2025, a distribuição de juros sobre capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 16,7 milhões, equivalentes a R$ 0,18 por ação, com pagamento previsto para 10 de abril de 2026.
Mesmo diante de um cenário de contração da demanda nos mercados interno e externo, a Romi manteve trajetória de crescimento.
“Embora o mercado doméstico e o mercado externo estejam vivenciando um momento de contração de demanda, a entrada de pedidos e a carteira consolidada registraram crescimento em comparação com o mesmo período do ano anterior, refletindo o sucesso das soluções de produtos diversificados, como a locação de máquinas e o novo posicionamento estratégico da B+W. Nosso foco permanece na gestão eficiente dos recursos, no investimento contínuo em inovação e no desenvolvimento de nossa equipe, com o intuito de garantir a sustentabilidade do desempenho operacional e a criação de valor de forma consistente”, afirmou Luiz Cassiano R. Rosolen, diretor-presidente da Romi S.A.
